Peugeot apostará somente nos carros elétricos no futuro

Peugeot planeja ser uma montadora somente de carros elétricos voltando, também, para o mercado americano com carros autônomos

 

A Peugeot-Citröen pretende lançar no mercado opções de veículos híbridos e elétricos para todos os modelos da marca existentes até 2025.

A afirmação foi feita pelo CEO Carlos Tavares. Além disso, ele ainda disse que a empresa planeja retornar ao mercado americano após mais de duas décadas fora dele.

A empresa, também, tem planos para lançar carros autônomos. De todos os seus veículos lançados até o ano de 2030, 80% possuirá funcionalidades parciais de direção autônoma. Pelo menos é o que a empresa almeja.

Além disso, 10% da frota deverá ser totalmente autônoma. Para isso, a Peugeot está fechando parcerias com várias empresas do ramo da tecnologia autônoma. A empresa já trabalhou anteriormente com a Nutonomy e iniciou um programa piloto de carros autônomos em parceria com a Almotive na França.

Segundo o CEO Carlos Tavares, a Peugeot pretende retornar ao mercado americano e, para isso, começará através de um serviço de corridas utilizando veículos de outras marcas. Assim, somente após um período, os carros da empresa serão utilizados no serviço. Por último, os veículos voltarão ao mercado dos EUA para que consumidores possam comprar.

O que podemos notar é que os veículos elétricos e autônomos estão vindo para ficar e, as marcas que não aderirem a esse tipo de veículo, com certeza, ficarão para trás.

A Ford foi uma das empresas que anunciou o lançamento de 40 carros elétricos até 2022. Já a General lançará 20 veículos deste tipo em 6 anos. Enquanto isso, a BMW já começou no ramo e vendeu cerca de 100 mil veículos elétricos o ano passado. Até a Shell, detentora de uma das maiores redes de postos de gasolina, vem apostando em infraestrutura para carros elétricos.

Pelo que podemos ver, logo, logo, poderemos desfrutar de carros elétricos, escolher o quanto podemos pagar e, até a potência que queremos em nosso carro. Isso se deve ao fato de que empresas de luxo como Ferrari e Aston Martin também devem entrar no negócio.

 

(Via: TechCrunch)

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